Governo do Distrito Federal
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8/11/18 às 17h35 - Atualizado em 19/11/18 às 15h07

Militares e voluntários do grupo Rompendo Mais Fronteiras doam sangue no Hemocentro

 

A Fundação Hemocentro de Brasília recebeu, no dia 06 de novembro, voluntários do Rompendo Mais Fronteiras (RMF), uma entidade sem fins lucrativos que busca auxiliar pessoas e comunidades. O projeto foi criado inicialmente por esposas de militares e é formado, em sua maioria, por pessoas ligadas ao Exército brasileiro.

 

É a segunda vez que o grupo vem ao Hemocentro, desta vez em parceria com o projeto Remédio Musical, que utiliza a música para aliviar dores, além de distrair os doadores de seus possíveis medos ao longo do processo de doação. “Utilizamos a música como um ‘remédio’” declara Alan Cruz, voluntário do projeto.

 

O sucesso da primeira visita do Rompendo Mais Fronteiras tornou possível que o gesto ganhasse continuidade, por isso o grupo decidiu trazer a campanha ao Hemocentro a cada quatro meses. A líder e uma das fundadoras do projeto, Adriana Haas, afirma que a doação de sangue é importante e que “os soldados são muito solícitos e se voluntariam para a doação, optando por ir em grupo”. O sucesso da iniciativa pôde ser comprovado pelo número de militares do exército que lotaram o saguão do Hemocentro de Brasília.

 

A 2ª Tenente Érica Brito, lotada no Estado Maior do Exército (EME), já doou outras vezes e assegura que participar dessa campanha é importante, pois “a partir do momento que tomamos a decisão de doar sangue, estamos determinando a vida ou a morte de algum paciente”. Amanda Rodrigues também é 2º tenente do EME e conta que “é a primeira vez que estou doando sangue, mas acho muito importante o gesto, pois assim estamos ajudando a quem precisa. Pretendo doar mais vezes”.

 

Porém, o RMF não é formado apenas de militares e inclui pessoas que ficaram sabendo da campanha por meio das redes sociais do grupo. Uma delas é Rosane Soares, que admite já ter doado em outros estados e assegura que “doar sangue é doar vida. É um trabalho de amor”.

 

A jovem voluntária Maria Eduarda Glória, 16 anos, confessa que é sua primeira vez doando sangue: “Gosto muito da campanha, pois sempre gostei muito de ajudar ao próximo e eu sempre me inspirei muito no RMF porque eu acho que o Rompendo Mais Fronteiras é muito unido. As mulheres do grupo estão sempre tentando ajudar. Elas nunca param. E doar sangue é algo que eu sempre tive interesse, então, quando soube da campanha, pedi permissão para minha mãe e me ofereci para ser voluntária”.

 

Por meio do site www.rompendomaisfronteiras.com.br é possível que os interessados se tornem voluntários ou que ajudem o projeto Rompendo Mais Fronteiras.

Fundação Hemocentro de Brasília - Governo de Brasília

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