Governo do Distrito Federal
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30/04/18 às 9h12 - Atualizado em 9/11/20 às 17h08

Doação de sangue

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  1. Condições básicas
  2. Alimentação (jejum, não!)
  3. O que impede a doação?
  4. Agendamento
  5. Transporte
  6. Cuidados pós-doação
  7. Intervalo entre doações

 

O teste para Covid-19 não é feito pelo Hemocentro de Brasília, pois há evidências científicas de que a doença não é transmitida pelo sangue. O doador precisa estar saudável para realizar o ato. Em caso de qualquer sintoma como febre, tosse, irritação ou dor de garganta, não comparecer ao Hemocentro.

 

Condições básicas

 

  • Ter entre 16 e 69 anos de idade (Menor de 18 anos deve apresentar o formulário de autorização e cópia do documento de identidade com foto do pai, mãe ou tutor/guardião. Idosos devem ter realizado pelo menos uma doação de sangue antes dos 61 anos);
  • Pesar mais de 51 quilos e ter IMC maior ou igual a 18,5 (descontar o vestuário);
  • Há medicamentos que podem impedir a doação. Confira algumas restrições em nossa lista de impedimentos;
  • Apresentar documento de identificação oficial com foto (original ou cópia autenticada em cartório), em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade. Documentos aceitos: carteira de identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira nacional de habilitação, passaporte, carteira profissional emitida por classe ou carteira do doador da FHB. Não são aceitos crachás funcionais, carteiras estudantis nem certidão de nascimento;
  • Dormir pelo menos seis horas, com qualidade, na noite anterior à doação;
  • Não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas anteriores à doação;
  • Não fumar duas horas antes da doação.

 

IMPORTANTE:

    • Doador com menor de 12 anos deverá vir acompanhado de outro adulto para cuidar da criança.
    • O candidato à doação será avaliado por profissionais de saúde para verificar se está apto a doar.
    • Seja sincero ao responder as perguntas feitas durante a triagem! Não omita informações importantes, pois disso depende a segurança do doador e do receptor.

 

O Hemocentro está atendendo somente doações de sangue agendadas. A medida foi adotada em virtude da pandemia de coronavírus, para evitar aglomerações. Clique e agende sua doação de sangue!

 

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Alimentação

 

Nada de jejum! É importante estar bem alimentado para doar sangue, assim como beber bastante água desde o dia anterior à doação. Fique atento a algumas precauções:

  • Pelo menos três horas antes da doação, evite alimentos gordurosos, como açaí, abacate, leite e seus derivados (queijo, iogurte, manteiga…), massas, frituras, ovos, maionese, sorvete, chocolate, etc.
  • Se preferir doar depois do almoço, aguarde duas horas após ter se alimentado. O almoço deve ser leve, com carnes grelhadas, saladas, arroz e feijão sem carnes.

 

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Impedimentos mais comuns

 

Os impedimentos para doação não se limitam às situações aqui descritas. As informações aqui disponibilizadas não excluem a necessidade de avaliação por um profissional de saúde no dia da doação. Caso necessite de mais informações sobre os critérios de aptidão para doação de sangue, entre em contato com a triagem clínica do Hemocentro pelo telefone (61) 3327-4416.

 

São realizados exames sorológicos (HIV, HTLV, Hepatite B e C, sífilis e Chagas) em todas as doações de sangue, porém existe um período denominado janela imunológica (ou sorológica) em que uma pessoa pode estar infectada e não ser detectado pelos exames. Por esse motivo existem prazos prolongados após situações de risco aumentado de exposição a vírus ou bactérias que possam ser transmitidos pela transfusão de sangue.

 

Quem teve contato com pessoa diagnosticada ou com suspeita de coronavírus (Covid-19), assim como quem retornou de viagem internacional recente, fica impedido de doar sangue por 14 dias. Esse prazo também se aplica aos candidatos com febre ou sintomas respiratórios (tosse, irritação ou dor na garganta), após o desaparecimento completo desses sinais.

 

Quem teve Covid-19 deve aguardar 30 dias após o desaparecimento completo dos sintomas para se candidatar à doação de sangue.

 

Amigdalectomia: aguarde três meses após o procedimento.

Apendicectomia: aguarde três meses após o procedimento.

Cirurgia bariátrica disabsortiva ou mista (derivações jejuno-ileais, Scopinaro, Duodenal Switch, Fobi-Capela, bypass intestinal): impede a doação de sangue em definitivo.

Cirurgia bariátrica restritiva (banda gástrica ajustável, gastrectomia em manga): aguarde um ano após a cirurgia desde que esteja em acompanhamento médico e apresente relatório médico informando seu estado de saúde.

Cirurgia cardíaca: impede a doação de sangue em definitivo.

Cirurgia de miopia ou catarata: apto após alta do médico oftalmologista.

Cirurgia plástica sob anestesia local: aguarde três meses após o procedimento.

Cirurgia plástica sob anestesia peridural, raquimedular ou geral: aguarde seis meses após o procedimento.

Colecistectomia: aguarde seis meses após o procedimento.

Colectomia: aguarde um ano após o procedimento, caso não seja câncer.

Colposcopia, conização: aguarde seis meses após o procedimento, caso não seja câncer.

Dermatológicas (retirada de verrugas, manchas e pequenos procedimentos): pode doar após a cicatrização. Caso tenha suspeita de câncer ou a amostra tenha sido encaminhada para biópsia, aguarde o resultado da biópsia confirmando ausência de células cancerosas.

Esplenectomia: impede a doação de sangue em definitivo, exceto se for pós-traumática (nesse caso, aguarde 12 meses pós-trauma).

Extração de cálculos renais: aguarde três meses após o procedimento.

Hemorroidectomia: apto após três meses.

Histerectomia: aguarde seis meses após o procedimento.

Laminectomia: aguarde seis meses após o procedimento.

Pneumectomia ou lobectomia: impede a doação de sangue em definitivo.

Procedimento endoscópico (endoscopia, colonoscopia, broncoscopia) e cirurgias por laparoscopia: aguarde seis meses após o procedimento.

Ressecção de varizes: aguarde três meses após o procedimento.

Retirada de nódulo benigno de mama: aguarde seis meses após o procedimento.

Tireoidectomia: aguarde seis meses após o procedimento, caso não seja câncer ou doença de Graves. Apresentar laudo médico.

Vasectomia: aguarde um mês após o procedimento.

É considerado inapto temporário por 12 meses o candidato à doação de sangue que tenha sido exposto a qualquer uma das situações abaixo nos últimos 12 meses:

– Sexo em troca de dinheiro ou de drogas e seus respectivos parceiros sexuais;

– Relação sexual ou de seu parceiro com um ou mais parceiros ocasionais e/ou desconhecidos;

– Vítima de violência sexual e seus respectivos parceiros sexuais;

– Relação sexual com pessoa portadora do vírus HIV, hepatite B ou C ou outra infecção de transmissão sexual e sanguínea;

– Parceiros sexuais de pessoas que estejam em programa de terapia renal substitutiva (hemodiálise) ou com histórico de transfusão de hemocomponentes ou derivados;

– Uso de profilaxia pré ou pós-exposição ao HIV.

 

Outras situações de comportamento sexual que possam oferecer maior risco de exposição a vírus transmissíveis pelo sangue serão avaliadas durante a triagem clínica.

Abcesso pulmonar: aguarde um ano após a cura.

Acidente e contato com material biológico com mucosa e/ou pele não íntegra: aguarde 12 meses após o acidente ou após término do uso da profilaxia.

Alergia: impede a doação na fase aguda e durante o tratamento. Deve estar assintomático no dia da doação.

Amigdalite: aguarde 14 dias após o fim do tratamento.

Anemia ferropriva ou por outras deficiências nutricionais: aguarde seis meses após a cura.

Anemia hereditária (talassemia): impede a doação de sangue em definitivo.

Aneurisma intracraniano: impede a doação de sangue em definitivo.

Antecedente de acidente vascular cerebral: impede a doação de sangue em definitivo.

Artrite reumatóide: impede a doação de sangue em definitivo.

Artrose: impede a doação de sangue em definitivo.

Asma grave (crises recorrentes e necessidade de controle com medicamentos): impede a doação de sangue em definitivo.

Asma leve (menos de uma crise por trimestre): aguarde pelo menos sete dias após a última crise e sem uso de medicamentos.

Auto-hemoterapia: aguarde 12 meses após o procedimento.

Babesiose: impede a doação de sangue em definitivo.

Bronquite e asma grave (crises recorrentes e necessidade de controle com medicamentos): impede a doação de sangue em definitivo.

Câncer: impede a doação de sangue em definitivo, ainda que o candidato esteja curado.

Cancro mole: aguarde um ano após o tratamento.

Catapora: aguarde 21 dias após a cura.

Caxumba: aguarde 21 dias após a cura.

Cirrose hepática: impede a doação de sangue em definitivo.

Cistite: aguarde 15 dias após a cura.

Cisto pilonidal: aguarde 15 dias após o fim do tratamento.

Citomegalovirose: aguarde três meses após o desaparecimento dos sintomas.

Coagulopatia adquirida e hereditária: impede a doação de sangue em definitivo.

Colite ulcerativa: impede a doação de sangue em definitivo.

Conjuntivite: aguarde sete dias após a cura.

Covid-19: aguarde 30 dias após a cura e a ausência de sequelas. Pessoas em contato com casos suspeitos ou confirmados devem aguardar 14 dias desde o último contato.

Dengue clássica: aguarde 30 dias após a cura.

Dengue hemorrágica: aguarde seis meses após a cura.

Diabetes tipo I: impede a doação de sangue em definitivo.

Diabetes tipo II insulino-dependente: impede a doação de sangue em definitivo.

Diarreia: aguarde 7 dias após o fim dos sintomas.

Divertículo: apto se assintomático.

Doença autoimune (lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatóide, tireoidites imunes como doença de Graves, hipotireoidismo de Hashimoto, etc.): impede a doação de sangue em definitivo.

Doença cardiovascular grave (ex: doença coronariana, angina, infarto, arritmia grave, malformações cardíacas, insuficiência cardíaca, aneurismas, etc.): impede a doação de sangue em definitivo.

Doença de Chagas: impede a doação de sangue em definitivo.

Doença de Creustzfeldt Jakob (vaca louca) ou histórico familiar de encefalopatia espongiforme humana e suas variantes: impede a doação de sangue em definitivo.

Doença de Crohn: impede a doação de sangue em definitivo.

Doença de Guillain-Barret: impede a doação de sangue em definitivo.

Doença hemorrágica congênita ou adquirida: impede a doação de sangue em definitivo.

Doença pulmonar grave (enfisema, doença pulmonar obstrutiva crônica, histórico de tromboembolismo pulmonar): impede a doação de sangue em definitivo.

Doença renal crônica: impede a doação de sangue em definitivo.

Doença neurológica (esclerose em placa, esclerose múltipla, hematoma extra ou subdural com sequela, miastenia gravis, neurofibromatose forma maior): impede a doação de sangue em definitivo.

Elefantíase (filariose): impede a doação de sangue em definitivo.

Encefalite viral aguda: aguarde seis meses após a cura, se não houve sequelas.

Endometriose: não impede a doação.

Enterovirose: aguarde três meses após a cura.

Enxaqueca: apto se assintomático e sem uso de medicamentos.

Epilepsia: após três anos sem medicamentos e sem novas crises.

Erisipela: aguarde 15 dias após o fim do tratamento.

Esofagite crônica: apto se assintomático.

Esquistossomose hepática ou hepatoesplênica: impede a doação de sangue em definitivo.

Esquistossomose hepatoesplênica: impede a doação de sangue em definitivo.

Esquistossomose intestinal: apto após o tratamento.

Esquizofrenia: impede a doação de sangue em definitivo.

Estenose esofagiana: impede a doação de sangue em definitivo.

Febre amarela: aguarde seis meses após a cura.

Febre reumática: impede a doação de sangue em definitivo.

Feocromocitoma: impede a doação de sangue em definitivo.

Fratura sem cirurgia: apto após 15 dias.

Furunculose: aguarde 15 dias após o fim do tratamento.

Gastrite aguda: se não houver hemorragia e/ou realização de endoscopia, aguarde 15 dias.

Gastroenterite: aguarde 15 dias após o fim dos sintomas.

Glaucoma: apto se controlado e sem uso de medicação por pelo menos 48h.

Gonorreia: aguarde um ano após o tratamento.

Gota: apto se assintomático.

Gripe A ou influenza A (H1N1) ou gripe suína: casos suspeitos ou confirmados devem aguardar 15 dias após o desaparecimento dos sintomas. Contatos de casos confirmados ou suspeitos também devem aguardar 15 dias.

Gripes ou resfriados: aguarde 14 dias após o fim dos sintomas.

Hanseníase: impede a doação de sangue em definitivo.

Hematoma sub e extradural: aguarde ano sem sequelas.

Hemocromatose: impede a doação de sangue em definitivo.

Hepatite A: não impede a doação caso a infecção tenha ocorrido antes dos 11 anos de idade.

Hepatite B ou C: impede a doação de sangue em definitivo.

Herpes genital: aguarde um ano após o tratamento.

Herpes labial: apto após a cura das lesões.

Herpes Zóster: aguarde seis meses após a cura.

Hiperaldosteronismo, hiperfunção hipofisária, hipopituarismo, insuficiência suprarenal, síndrome de Cushing: impede a doação de sangue em definitivo.

Hipertensão (pressão alta): não impede a doação, desde que a pressão esteja controlada no dia (menor que 180mmHg/100mmHg) e que o medicamento em uso não impeça o ato.

Hipotensão (pressão baixa): a pressão do candidato deve estar minimamente em 100mmHg/60mmHg para que a doação seja efetivada.

Hipotireoidismo: doador deve trazer um relatório do seu médico informando se a doença tem origem autoimune ou não. Hipotireoidismo de Hashimoto (origem autoimune) impede a doação de sangue em definitivo. Hipotireoidismo sem causa autoimune não impede a doação nem requer suspensão do uso do medicamento (levotiroxina, por exemplo).

Histórico de convulsão febril, metabólica ou pós-trauma: apto após dois anos sem sintomas nem medicamentos.

Histórico de transfusão de sangue: aguarde um ano após o procedimento.

HIV/AIDS: impede a doação de sangue em definitivo.

HPV: aguarde um ano após o tratamento.

Infecção por HTLV: impede a doação de sangue em definitivo.

Infecção urinária: aguarde 14 dias após o fim do tratamento.

Labirintite: apto 30 dias sem crise e sem uso de medicamentos.

Malária: aguarde 12 meses após a cura.

Malária febre quartã (Plasmodium malariae): impede a doação de sangue em definitivo.

Malformação óssea congênita: não impede a doação.

Malformação renal: apto, se não houver alteração funcional.

Meningite: aguarde seis meses após a cura.

Mononucleose: aguarde seis meses após a cura.

Neurofibromatose: apto se forma menor e desde que não acometa a área de punção (dobra do braço).

Osteomielite aguda: aguarde dois meses após a cura.

Otite: aguarde 15 dias após a cura.

Pancreatite aguda: aguarde seis meses após a recuperação.

Pedra na vesícula (litíase biliar): apto após 30 dias da última crise de cólica biliar.

Pedra nos rins (litíase renal): apto se assintomático e sem uso de medicamentos

Pênfigo foliáceo: impede a doação de sangue em definitivo.

Pielonefrite: aguarde um mês após o fim do tratamento. Só poderá doar se não houver sequelas.

Pleurite: aguarde seis meses após o tratamento.

Pneumonia com necessidade de internação hospitalar: aguarde seis meses após a cura.

Pneumonia intersticial ou por hipersensibilidade: impede a doação de sangue em definitivo.

Pneumonia sem necessidade de internação hospitalar: aguarde três meses após a cura.

Pneumotórax espontâneo: apto após três meses.

Porfíria: impede a doação de sangue em definitivo.

Poliomielite: apto após um ano.

Punção de nódulo mamário: aguardar resultado de biópsia. Caso não identifique células cancerosas, poderá doar após completa cicatrização do local da punção.

Retocolite ulcerativa: impede a doação de sangue em definitivo.

Rinite: apto se assintomático e sem uso de medicamentos.

Rins policísticos: impede a doação de sangue em definitivo.

Sífilis: impede a doação de sangue em definitivo. Devido à sensibilidade do exame realizado no Hemocentro, uma pessoa que teve sífilis sempre apresentará reatividade na sorologia e, por isso, a doação é bloqueada.

Síndrome nefrótica: impede a doação de sangue em definitivo.

Sinusite: aguarde 15 dias após a cura.

Tendinite: apto após o tratamento.

Tétano: aguarde seis meses após a cura.

Toxoplasmose: aguarde 12 meses após a cura.

Traço falciforme: não impede a doação.

Transplante de córnea: impede a doação de sangue em definitivo.

Traumatismo craniano: apto após um ano e sem sequelas graves.

Tricomoníase: aguarde um ano após o tratamento.

Tromboembolismo pulmonar: impede a doação de sangue em definitivo.

Trombose venosa profunda: aguarde seis meses após o fim do tratamento. Se recorrente, impede a doação de sangue em definitivo.

Tuberculose extrapulmonar: impede a doação de sangue em definitivo.

Tuberculose pulmonar: aguarde cinco anos após o término do tratamento e sem sequelas.

Úlcera gástrica e/ou duodenal: aguarde 12 meses após a cura.

Uretrite: aguarde 30 dias após a cura (exceto se de origem gonocócica, quando o impedimento passa a ser de um ano).

Vaginite: aguarde sete dias após a cura.

Valvulopatia congênita ou adquirida: impede a doação de sangue em definitivo.

Varicela (catapora): aguarde 21 dias após a cura.

Varizes: aguarde três dias após tratamento com laser, ou aguarde 7 dias caso o tratamento tenha sido com glicose hipertônica.

Vitiligo: não impede a doação.

Contraste aéreos (ressonância nuclear magnética): aguarde sete dias após o procedimento.

Contraste baritado (esofagograma, seriografia eed): não impede a doação.

Contraste iodado (tomografia computadorizada): aguarde sete dias após o procedimento.

Acitretina: aguarde três anos após o término do tratamento

Analgésico (ex: dipirona, paracetamol, etc.): não impede a doação, a menos que a doença de base impeça.

Anorexígeno (ex: femproporex, anfepramona, sibutramina): aguarde sete dias após o fim do tratamento.

Ansiolítico ou sonífero (ex: benzodiazepínicos, como Lorax, Olcadil, Rivotril, Valium): não impede a doação, exceto se a dose for elevada.

Antiácido (ex: ranitina, omeprazol, pantoprazol, etc.): não impede a doação, a menos que a doença de base impeça.

Antiagregante plaquetário (ex: clopidogrel, ticlopidina, etc.): depende da doença para a qual foi indicado. Caso a doença de base não impeça a doação, aguarde 14 dias após o fim do tratamento.

Antiarrítmico (ex: amiodarona): impede a doação enquanto estiver em uso.

Antiasmático (ex: salbutamol, terbutalina, formoterol, salmeterol, Atrovent, Berotec, etc.): aguarde sete dias após o fim do tratamento. Atenção! Pessoas com asma leve só podem doar se tiverem menos de uma crise por trimestre e sem necessidade de uso regular de medicamento.

Antibiótico (ex: amoxicilina, clavulin, cefaclor, cefazolina, ciprofloxacina, levofloxacina, etc.): aguarde 15 dias após o fim do tratamento e fim dos sintomas.

Anticoagulante (ex: heparina, varfarina, etc.): depende da doença para a qual foi indicado. Caso a doença de base não impeça a doação, aguarde 10 dias após o fim do tratamento.

Anticolesterolinêmico (ex: fibratos, estatinas como sinvastatina, rosuvastatina, etc.): não impede a doação a menos que esteja sendo usado para hipercolesterolemia familiar.

Anticoncepcional: não impede a doação.

Anticonvulsivante (ex: Gardenal, Hidantal, Tagretol, Depakene, carbamazebina, valproato, etc.): impede a doação enquanto estiver em uso. Aguarde sete dias após o fim do tratamento. Atenção! Pessoas com histórico de convulsões só podem doar sangue após três anos sem crises e sem medicamentos.

Antidepressivo (ex: fluoxetina, sertralina, amitriptilina, Donaren, venlafaxina, etc.): não impede a doação.

Antidiarreico (ex: loperamida, Imosec, etc.): depende da doença para a qual foi indicado.

Antiemético (ex: metoclopramida, Plasil, Dramin, etc.): depende da doença para a qual foi indicado.

Antienxaqueca (ex: Topiramato, etc): aguarde 48h após o fim do tratamento.

Antifúngico (ex: fluconazol, cetoconazol, etc.): aguarde sete dias após o fim do tratamento.

Antifúngico tópico (ex: pomada de isoconazol, cetoconazol, etc.): não impede a doação a menos que a doença de base impeça, ou se a região afetada for próxima à área de punção venosa (dobra do braço).

Anti-hipertensivo de ação central, beta ou alfabloqueador (ex: metildopa, clonidina, reserpina, propanolol, atenolol, caverdilol, Prazosina, etc.): impede a doação por 48h após o uso. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.

Anti-hipertensivo inibidor de enzima conversora de angiotensina; antagonista de angiotensina; bloqueador de canais de cálcio (ex: captopril, enalapril, anlodipino, candesartan, olmesartan, losartana, nifedipina, anlodipina, etc.): não impede a doação.

Anti-hipertensivo vasodilatador (ex: hidralazina, minoxidil, etc.): impede a doação por cinco dias após o uso. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.

Anti-histamínico (ex: loratadina, dexclorfeniramina, Fenergan, etc.): aguarde pelo menos sete dias após o fim do tratamento e o fim dos sintomas.

Anti-inflamatório (ex: AAS, Cataflan, cetoprofeno, ibuprofeno, Melhoral, meloxicam, nimesulida, piroxicam): não impedem a doação de sangue total, mas impede a doação de plaquetas por aférese.

Antipsicótico (ex: haloperidol, clorpromazina, quetiapina, etc.): impede a doação por sete dias após o uso. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.

Carbonato de lítio: impede a doação por sete dias após o uso. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.

Cigarro: aguarde duas horas após o uso.

Corticosteróide (dexametasona, prednisona, etc.): depende da doença para a qual foi indicado. Caso a doença de base não impeça a doação, aguarde 48h após o fim do tratamento.

Corticosteróide tópico (pomadas): depende da doença para o qual foi indicado.

Danazol: aguarde seis meses após o fim do tratamento.

Droga ilícita (ex: LSD, ectasy, cocaína, etc.): impede a doação por 12 meses após suspensão do uso.

Droga ilícita injetável: impede a doação de sangue em definitivo.

Dutasterida: aguarde seis meses após o término do tratamento.

Etretionato: impede a doação de sangue em definitivo.

Finasterida (Proscar): aguarde um mês após o término do tratamento.

Fitoterápico e homeopatia: impede a doação por 24h após o uso.

Hipoglicemiante oral (ex: metformin, Glifage, glicazida, Invokana, Jardiance, Fortiga) ou injetável (ex: Byetta, Bydureon, liraglutida, lixisenatido, saxagliptina): não impede a doação.

Hormônio do crescimento hipofisário humano (não recombinante): impede a doação de sangue em definitivo.

Homeopatia: impede a doação por 24h após o uso.

Hormônio do crescimento recombinante (ex: Genotropin, Homotrop, Norditropin, Saizen, Somatrop): não impede a doação.

Hormônio feminino (estrogênio): não impede a doação.

Imunobiológico (ex: teriflunomida, metrotexato, infliximab, etc.): impede a doação de sangue em definitivo.

Insulina: impede a doação de sangue em definitivo pela doença de base.

Isotretinoína (Roacutan): aguarde um mês após o término do tratamento.

Maconha: aguarde 12 horas após o uso.

Minoxidil tópico para tratamento de alopecia: não impede a doação,

Opióide (ex: morfina, tramadol, Tylex, Dolantina, metadona): depende da doença para a qual foi indicado.

Narguilé: aguarde 12 horas após o uso.

Ritalina, Venvanse: impede a doação por quatro dias após o uso. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.

Sonífero (ex: benzodiazepínicos, como Lorax, Olcadil, Rivotril, Valium): não impede a doação, exceto se a dose for elevada.

Termogênico: impede a doação por 48h após o uso.

Testosterona: aguarde seis meses após o fim do tratamento.

Venvanse: impede a doação por quatro dias após o uso. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.

Vermicida (ex: albendazol, Anita, mebendazol, etc.): aguarde sete dias após o fim do tratamento.

Botox: aguarde sete dias após o procedimento.

Furo na orelha: aguarde 12 meses após o procedimento. O prazo pode diminuir para seis meses se o candidato à doação apresentar foto do registro do estúdio na Vigilância Sanitária e nota fiscal do estabelecimento.

Laser com abrasão da pele: pode doar após a completa cicatrização da pele.

Maquiagem definitiva ou micropigmentação: aguarde 12 meses após o procedimento. O prazo pode diminuir para seis meses se o candidato à doação apresentar foto do registro do estúdio na Vigilância Sanitária e nota fiscal do estabelecimento.

Microagulhamento: Apto após o processo de cicatrização, desde que o material seja descartável e o procedimento tenha sido realizado por profissional da saúde com autorização da Vigilância Sanitária. Apto após 12 meses se não se enquadrar no critério citado.

Micropigmentação: aguarde 12 meses após o procedimento. O prazo pode diminuir para seis meses se o candidato à doação apresentar foto do registro do estúdio na Vigilância Sanitária e nota fiscal do estabelecimento.

Piercing: aguarde 12 meses após o procedimento. O prazo pode diminuir para seis meses se o candidato à doação apresentar foto do registro do estúdio na Vigilância Sanitária e nota fiscal do estabelecimento.

Piercing na boca ou na região genital: impede a doação por pelo menos 12 meses após a retirada do acessório.

Preenchimento com ácido hialurônico: aguarde sete dias após o procedimento.

Tatuagem: aguarde 12 meses após o procedimento. O prazo pode diminuir para seis meses se o candidato à doação apresentar foto do registro do estúdio na Vigilância Sanitária e nota fiscal do estabelecimento.

Ajuste de aparelho: aguarde um dia após o procedimento, se não houve sangramento nem uso de anestesia.

Drenagem de abcesso: aguarde 15 dias após o fim do tratamento.

Extração dentária: apto após sete dias.

Gengivite: aguarde 15 dias após o fim do tratamento.

Implante dentário: aguarde um mês após o tratamento.

Remoção de tártaro: aguarde três dias após o procedimento.

Tratamento de canal: aguarde 15 dias após o fim do tratamento.

 

Procedimentos sem anestesia nem sangramento (ex: tratamento de pequenas cáries, ajuste de aparelho): aguarde um dia após o procedimento.

Outras cirurgias odontológicas com anestesia local: aguarde 15 dias após o fim do tratamento.

Outros procedimentos odontológicos com anestesia local: aguarde três dias após o procedimento.

Candidatos à doação de sangue que exercem profissões ou hobbies que possam trazer risco para si ou para outros só poderão doar se interromperem suas atividades por pelo menos 12h após a doação.

 

São consideradas profissões ou hobbies de risco:

a) pilotar avião ou helicóptero;

b) conduzir veículos de grande porte (ônibus, caminhões e trens);

c) operar maquinário pesado e de alto risco (indústria e construção civil);

d) trabalho em andaimes;

e) prática de paraquedismo ou mergulho.

 

Durante o período de pandemia por Covid-19, profissionais de saúde que trabalham com pacientes infectados pelo coronavírus estão temporariamente impedidos de doar. A doação de sangue pode ocorrer caso permaneçam por pelo menos 14 dias sem contato com pacientes com Covid-19 ou mediante comprovação de que o profissional já foi infectado e está curado há pelo menos 30 dias.

Aborto: três meses após o evento;
Amamentação: 12 meses contados da data do parto;
Anticoncepcional: não impede a doação;
Curetagem: 12 semanas após o procedimento;
Gravidez: impede em caso confirmado ou suspeito;
Menstruação: se o fluxo não for intenso, não impede a doação de sangue;

Parto cesariana: seis meses após o evento.
Parto normal: três meses após o evento.

ATENÇÃO! Vacinas em estudo clínico e/ou sem registro na Anvisa impedem a doação por 12 meses após a última dose.

Antirrábica: Se tiver sido aplicada após exposição animal, impede a doação por 12 meses.

BCG: aguarde 30 dias após a imunização.

Brucelose: aguarde dois dias após a imunização.

Catapora: aguarde 30 dias após a imunização.

Caxumba (parotidite): aguarde 30 dias após a imunização.

Cólera: aguarde dois dias após a imunização.

Coqueluche: aguarde dois dias após a imunização.

Dengue: aguarde 30 dias após a imunização.

Difteria: aguarde dois dias após a imunização.

Dupla do tipo adulto – dT (difteria e tétano): aguarde dois dias após a imunização.

Dupla viral ou tríplice viral: aguarde 30 dias após a imunização.

DTPa: aguarde dois dias após a imunização.

Febre amarela: aguarde 30 dias após a imunização.

Febre tifóide injetável: aguarde dois dias após a imunização.

Febre tifóide oral: aguarde 30 dias após a imunização.

Hemophillus influenzae do tipo B: aguarde dois dias após a imunização.

Hepatite A: aguarde dois dias após a imunização.

Hepatite B recombinante: aguarde dois dias após a imunização.

Herpes Zóster: aguarde 30 dias após a imunização.

HPV: aguarde dois dias após a imunização.

Influenza: aguarde dois dias após a imunização.

Leptospirose: aguarde dois dias após a imunização.

Meningite: aguarde dois dias após a imunização.

Peste: aguarde dois dias após a imunização.

Pneumococo: aguarde dois dias após a imunização.

Pólio (Salk): aguarde dois dias após a imunização.

Pólio oral (Sabin): aguarde 30 dias após a imunização.

Rotavírus: aguarde 30 dias após a imunização.

Rubéola: aguarde 30 dias após a imunização.

Sarampo: aguarde 30 dias após a imunização.

Soro animal (imunoterapia passiva heteróloga): impede a doação por quatro semanas.

Soro humano (imunoterapia passiva homóloga): impede a doação por 12 meses.

Tétano: aguarde dois dias após a imunização.

Tetra: aguarde dois dias após a imunização.

Tríplice bacteriana: aguarde dois dias após a imunização.

Tríplice viral ou dupla viral: aguarde 30 dias após a imunização.

Varicela (catapora): aguarde 30 dias após a imunização.

Varíola: aguarde 30 dias após a imunização.

Viagens para áreas endêmicas de malária impedem a doação por 30 dias.

– Áreas endêmicas no Brasil: Região Norte, Mato Grosso, Maranhão.

– Algumas áreas endêmicas no exterior: África do Sul, Angola, Bolívia, Cabo Verde, Camboja, China, Colômbia, Costa Rica, Egito, Filipinas, Índia, Indonésia, Marrocos, México, Panamá, Paraguai, Peru, Tailândia, Turquia, Venezuela, Vietnã, Zimbábue.

 

Estados Unidos da América: aguarde 30 dias após o retorno

 

Candidatos à doação de sangue que tenham viajado para regiões endêmicas ou com epidemias confirmadas, nacionais ou internacionais, de doenças infecciosas que não sejam prevalentes na região da doação (não endêmicas) deverão ser considerados inaptos por 30 dias.

 

Pessoas que tenham permanecido por mais de três meses no Reino Unido e/ou República da Irlanda entre 1980 e 1996 estão impedidos de doar sangue no Brasil devido aos riscos de exposição ao príon da doença da vaca louca.

 

Pessoas que tenham permanecido por cinco anos ou mais, consecutivos ou intermitentes, na Europa após 1980 até os dias atuais estão impedidos de doar sangue no Brasil devido aos riscos de exposição ao príon da doença da vaca louca.

 

Pessoa que tenha recebido transfusão de sangue no Reino Unido após 1980 está impedida de doar sangue no Brasil devido aos riscos de exposição ao príon da doença da vaca louca.

 

Pessoa que, nos últimos 12 meses, esteve em confinamento obrigatório não domiciliar por mais de 72h e seus parceiros sexuais ficam impedidos de doar sangue por 12 meses.

 

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Agendamento

 

Desde 25 de março de 2020, o Hemocentro atende somente doações de sangue agendadas. A medida foi adotada em virtude da pandemia de coronavírus, a fim de aprimorar o controle do número de pessoas que aguardam para doar sangue.

 

O agendamento individual pode ser feito pelo site agenda.df.gov.br ou pelo telefone 160 opção 2, ou 0800 644 0160. O horário desse atendimento telefônico é de segunda a sexta, das 7h às 21h, e aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 18h.

 

O agendamento de grupos para doação de sangue deve ser feito pelos telefones (61) 3327-4413 ou (61) 3327-4447. Nesses números, o atendimento telefônico é de segunda a sábado (exceto feriados), das 7h às 18h.

 

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Transporte

 

A Linha Vermelha é o transporte gratuito que faz o percurso ida e volta entre o Hemocentro e a Rodoviária do Plano Piloto, de segunda a sexta-feira. Os veículos são identificados com a logomarca do Hemocentro. Na Rodoviária, o ponto de parada fica no piso inferior, voltado para a Catedral, onde normalmente estacionam os ônibus e vans de transporte de servidores públicos. Veja abaixo todos os horários:

 

Saída do Hemocentro: 8h, 9h, 10h, 11h, 12h, 13h, 14h, 15h, 16h, 17h.

 

Saída da Rodoviária: 8h30, 9h30, 10h30, 11h30, 12h30, 13h30, 14h30, 15h30, 16h30.

 

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Cuidados pós-doação

 

  • Permanecer na área de doação por, pelo menos, 15 minutos;
  • Ingerir bastante líquido nas 24 horas seguintes à doação;
  • Não ingerir bebidas alcoólicas nas 24 horas seguintes à doação;
  • Evitar esforços físicos exagerados e trabalho que exija muita atenção nas 12 horas seguintes à doação;
  • Não dirigir veículos pesados ou coletivos;
  • Não dirigir motocicletas caso seja a primeira doação.

 

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Intervalo entre doações

 

A mulher pode doar até três vezes em um período de 12 meses, com intervalo mínimo de 90 dias entre as doações.

O homem pode doar até quatro vezes em um período de 12 meses, com intervalo mínimo de 60 dias entre as doações.

 

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Fundação Hemocentro de Brasília - Governo do Distrito Federal

FHB

Setor Médico Hospitalar Norte, quadra 3, conjunto A, bloco 3. Asa Norte, Brasília-DF. CEP: 70.710-908.